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SIMEAM MANIFESTA APOIO AOS ESPECIALISTAS EM CIRURGIA CARDÍACA DO FRANCISCA MENDES E ALERTA SOCIEDAD

Sexta-Feira, 06 de dezembro de 2019

De acordo com o Ofício nº 041/2019, médicos especialistas da cooperativa Socceam, que possuem contrato com o Governo do Estado do Amazonas para a prestação de serviços de cirurgias cardíacas no Hospital Universitário Francisca Mendes, as atividades serão suspensas, completamente, no próximo dia 25/12, após notificação feita à Secretaria de Saúde (Susam).

A Socceam informou a suspensão parcial dos serviços, por 30 dias, a contar de 25/11, ficando apenas uma equipe de cirurgia para atendimentos de emergência, o atendimento aos pacientes cirúrgicos internados e, as cirurgias em caráter de emergência e egressos dos pacientes no pós-operatório imediato. “Após esse prazo, a empresa vai encerrar completamente as atividades no hospital, caso os pagamentos atrasados não sejam honrados”, diz trecho do ofício.

De acordo com a notificação, enviada com cópia ao Simeam, a contratante “Susam”, está devendo os serviços realizados nos meses de outubro e dezembro de 2017, novembro de 2018 e agosto e setembro de 2019. O valor líquido ultrapassa 1,9 milhão. A sociedade de especialidade é constituída por médicos cirurgiões vasculares, e presta serviço de média e alta complexidade em cirurgia cardíaca adulto e pediátrica.

Diante desse cenário, o Simeam, por meio de seu presidente, Dr. Mario Vianna, manifesta apoio aos profissionais de especialidade médica, enfatizando que todo profissional é digno e merecedor de seus proventos, não sendo justo realizar um serviço e não receber seu pagamento. “Todo trabalhador tem contas para pagar, família para prover o sustento. É impossível realizar uma atividade sem o recebimento do pagamento previsto entre tomador e prestador do serviço”, frisou Mario Vianna.

O Simeam vem a público alertar a sociedade amazonense e as autoridades constituídas para os riscos da desassistência que pode resultar em mais vidas perdidas na unidade hospitalar que já registrou 29 óbitos de janeiro a novembro, segundo a Associação de Pais de Crianças Cardiopatas.


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