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GOVERNO DO AM FECHA ACORDO DE PAGAMENTO AOS MÉDICOS DA URGÊNCIA E EMERGÊNCIA

Quarta-Feira, 19 de junho de 2019

Recurso será para pagar salários atrasados de mais de 2 mil médicos.

O Sindicato dos Médicos do Amazonas (Simeam) e comitiva formada por representantes de empresas de especialidades médicas de urgência e emergência reuniu-se nesta terça-feira (18/06) com os secretários de estado, Alex Del Giglio (Sefaz) e Rodrigo Tobias (Susam) para tratar sobre os repasses em atraso que já acumulam três meses. Durante o encontro ficou acordado que nesta quarta-feira (19/06) parte do pagamento de abril será repassado e, até o próximo dia 28, o valor total será quitado.

A reunião foi muito positiva para os mais de 2 mil médicos da urgência e emergência representados. Com o acordo firmado, o mês de abril será quitado em duas vezes, diminuindo um mês dos três meses em atraso. A partir dessa programação os profissionais poderão quitar suas dívidas numa data fixa”, avaliou a presidente Sindicato dos Médicos do Estado, Dra. Patricia Sicchar , destacando que com a reunião, abriu-se um canal de comunicação entre a gestão e a categoria, que já têm um próximo encontro marcado para 05/07, para tratar da elaboração de um calendário para o pagamento numa data fixa dos meses que ainda estão atrasados e pagamentos correntes.

A presidente do Simeam e os representantes das empresas médicas que prestam serviços na área da saúde foram recebidos pelos secretários após a categoria buscar apoio na Assembleia Legislativa do Estado (ALE-AM). Na Casa Legislativa, a categoria teve as demandas recebidas pelos deputados Dermilson Chagas (PP) e Wilker Barreto (PHS). A convite dos parlamentares os médicos participaram da Cessão de Tempo desta terça-feira onde a crise gerada pela falta de repasse dos recursos foi apresentada pelo presidente licenciado do Simeam, Dr. Mario Vianna.

Da tribuna, o médico anunciou aos parlamentes o desequilíbrio que o atraso dos pagamentos passou a causar aos profissionais da saúde, além do impacto gerado pela declaração do técnico da Sefaz sobre um possível déficit na folha de pagamento.

Os profissionais médicos estão diariamente nas unidades para atender os usuários, e quando uma empresa médica emite uma nota fiscal, automaticamente é gerado uma receita e que também geram encargos fiscais e que, se não forem pagos, geram prejuízos para a empresa. Mas como pagar esses tributos sem os valores a nós devidos? Como pagar os profissionais se o governo não faz o repasse? Como os profissionais vão arcar com seus compromissos (água, luz, rancho, transporte, necessidades pessoais, escola dos filhos, etc), se o governo não faz o pagamento às empresas”, questionou Mario Vianna em seu discurso e apontou, também, sugestões de melhorias para o atendimento à população nas unidades de saúde de Manaus.

A líder do governo na ALE-AM, deputada Joana Darc (PR) recebeu a comitiva dos médicos para uma conversa mais pontual na sala vip da Casa Legislativa. Para a interlocutora, o único caminho a seguir seria o diálogo e articulou para que os profissionais fossem recebidos pela gestão.

Foi um trabalho de campo muito produtivo, com muito respeito, diálogo, porque a categoria médica está para somar junto com o Estado. Em nenhum momento queremos aquele embate direto. Mas sempre tem um limite, e chegou o nosso também. Agradecemos o apoio dos parlamentares, os secretários de estado que nos receberam e foram bastante solícitos, e juntos, chegamos a um denominador comum”, concluiu Dra. Patrícia Sicchar.

 

 

 

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