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VICE-PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS REPUDIA PROCESSO ELEITORAL DA ENTIDADE

Quinta-Feira, 16 de maio de 2019

Eleição para definir os novos dirigentes da Federação Nacional dos Médicos (FENAM) está marcada para 31 de maio, conforme ofício divulgado nesta terça-feira (14). O anúncio do processo eleitoral, faltando menos de duas semanas, está sendo alvo de duras críticas de vários diretores de sindicatos do País que não concordam com a postura da atual gestão da entidade.

O vice-presidente da FENAM, Dr. Mario Vianna recebeu denúncias de filiados à entidade alegando que não houve divulgação do processo de inscrição das chapas para concorrer ao pleito e que foram surpreendidos com o anúncio da data da eleição para o quadriênio 2019/2023, sendo inicialmente publicado edital num jornal de Brasília sem a divulgação aos filiados de outros estados.

Segundo as denúncias, um grupo da atual diretoria está no comando da FENAM há mais de sete anos sem nunca ter enfrentado uma chapa de oposição, utilizando-se de um estatuto totalmente antidemocrático e modificado poucos dias antes da eleição sem a participação efetiva da diretoria no seu conjunto, para claramente inviabilizar outros filiados de concorrerem, ou seja, de forma casuística.

O vice-presidente considera o processo eleitoral indecente, e que de forma ilegal, a atual gestão está agindo escondida nos subterfúgios do movimento sindical para a perpetuação do poder, que pode e deve ser considerada ilícita pela Justiça, a qual já fio acionada e que já intimou os atuais presidente e tesoureiro da FENAM, para no dia 3 de junho serem arguidos sobre possíveis ilegalidades na prestação de contas.

Já foi denunciado várias irregularidades à Justiça do Trabalho, TCU e MPT, e com isso, pretende-se mudar de vez os rumos da Federação Nacional dos Médicos, que nos últimos anos tomou o caminho de divisão, seguindo no contraponto do interesse coletivo dos médicos, caminho do poder pelo poder de alguns membros da diretoria atual e que já permanece pelo menos sete anos sem realmente mostrar o interesse de respeitar as normas estatutárias.

Durante a atual gestão foram realizadas cinco mudanças estatutárias sempre próximas a eleições, o que tem trazido grandes prejuízos e descontentamentos, não só aos diretores de vários sindicatos filiados e não filiados a Federação, como também, aos médicos que observam toda essa manipulação no interesse de alguns grupos.

Vamos buscar apoio daqueles que desejam mudar este cenário para que tenhamos uma gestão que atenda de fato o interesse coletivo dos médicos brasileiros, que dentre tantas lutas, tem a demanda da violência contra o profissional, a chamada lei de violência obstétrica, reforma previdenciária e trabalhista, o excesso de escolas superlotando o mercado de médicos com qualidade duvidosa, a necessidade de rever a forma de financiamento dos sindicatos médicos que estão passando por graves dificuldades, mas que permanecem de fato na luta pela real defesa da classe, dente outras.

 

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