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REORDENAMENTO NO MUNICÍPIO

Quarta-Feira, 17 de janeiro de 2018

No dia 12 de janeiro foi realizada a segunda reunião sobre o Protocololo de saúde básica ‘reordenamento da saúde no município’ com os médicos e os representantes da Semsa para tratar sobre as modificações na forma de se fazer saúde nas unidades básicas de atendimento “É necessário sim que se tenha gestão, mas não se pode fazer isso de qualquer forma, precisamos seguir os tramites legais para que isso ocorra, chega de ilegalidades” afirmou o delegado sindical dr. Reinaldo Menezes.

 

Na ocasião, se fez presente em sua grande maioria os técnicos responsáveis pela implantação do protocolo, diretores de unidades e Disas além da presença da Promotora de Justiça do Ministério Público Estadual Dra. Silvana Nobre. O secretário de saúde mais uma vez esteve ausente a reunião o que para a categoria representa a falta de compromisso da gestão com seus servidores.

 

Representando a categoria o Simeam e o Conselho Regional de Medicina através do Dr. Reinaldo Menezes, do Dr. José Bernardes, Dr. Mena Barreto e os assessores jurídicos de cada instituição, além de outros sete médicos.

 

Na pauta foi apresentado a contextualização pela secretaria de saúde para justificar a implantação do novo protocolo de reordenação da saúde, o que foi para o delegado sindical uma clara demonstração do proposito de denegrir a imagem do servidor médico. Em Escalas quantitativas foram apresentados números de atendimentos, números de reclamações na ouvidoria, número relacionados a assiduidade que ‘registram’ que o médico da atenção básica não corresponde a expectativa do município “O médico tem autonomia no seu atendimento para fazer consulta como demanda os princípios éticos e legais priorizando a qualidade e não números de atendimento” afirmou o presidente do Cremam José Bernardes.

 

Dentro das questões levantadas pela categoria contra o novo modelo de atendimento da atenção primária ou básica está a falta de cumprimento da sequência dos trâmites legais para implantação, adequação das unidades para atendimento de demanda espontânea, reserva de vagas, desvio de função de especialistas e a falta de participação dos médicos no trabalho de elaboração do protocolo.

 

Para a promotora Silvana Nobre o trabalho apresentado surge a partir da cobrança por gestão do próprio Ministério Público “Eu cobro da Secretaria gestão, o paciente precisa saber que a unidade estará aberta no horário certo e os profissionais estarão lá presentes para atendê-los” afirmou a promotora.

 

Na discussão, a categoria médica solicitou a suspensão da implantação do protocolo para adequação conforme a legislação e garantindo a participação da categoria na elaboração do projeto “Não somos apenas os médicos que identificamos desconformidades, outras categorias estão nos procurando para apontar problemas já gerados pelo protocolo” afirmou Dr. Reinaldo.

 

A pós a reunião os representantes da categoria foram ao gabinete solicitar uma audiência com o secretário que ainda não está definida uma data “afirmamos que se não houver possibilidade de diálogo com a gestão municipal estaremos orientando ao não cumprimento do protocolo, pois iremos judicializar a questão” afirmou Dr. Reinaldo.

 

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